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Operação My Way: Justiça concede soltura de três presos da Arxo

Os três sócios da empresa Arxo Industrial, presos durante a nona fase da operação Lava Jato, denominada operação “My Way”, foram liberados nesta segunda-feira (9) por determinação do juiz federal Sérgio Moro.
Segundo informações da Agência Brasil, os sócios Gilson João Pereira e João Gualberto Pereira, e o diretor financeiro Sérgio Ambrósio Marçaneiro, devem ser soltos ainda nesta segunda. Na decisão judicial, Moro afirma que não há necessidade prisão temporária após a cumprimento dos mandatos de buscas e apreensões que resultaram em R$ 3,1 milhões e 500 relógios de luxo. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), eles pagavam propina para obter contratos com a Petrobras. Os pagamentos eram feitos em contratos com a BR Aviation, empresa da Petrobras especializada no abastecimento de aeronaves. A Arxo fornece tanques de combustíveis e caminhões-tanque.
Ainda de acordo com a Agência Brasil, a defesa informou que os acusados afirmaram em depoimento prestado nesta segunda que a empresa nunca pagou propina ou sonegou impostos e que não tinham envolvimento com o empresário Mário Góes, apontado como responsável pela intermediação entre a companhia e a estatal. “Não sabíamos da existência de Goes. Isso parte da denúncia de uma ex-funcionária [Cíntia Provesi Francisco]. Nunca conhecemos essa pessoa e não sabemos de quem se trata”, disse o advogado Chales Zimmermann.

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