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DE OLHO NO ESPORTE

Baiana Amanda Nunes é a primeira brasileira a ser contratada pelo UFC

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Ex-campeã peso-pena do Strikeforce, Cyborg chegou a ter seu contrato automaticamente migrado para o UFC com o fim da organização, mas, como alegou que não conseguiria bater o peso limite dos galos, pediu para ser liberada e foi atendida.

Também ex-Strikeforce, Amanda tem um cartel de sete vitórias, sendo seis por nocaute ou nocaute técnico, e três derrotas. Na última luta, no início de janeiro, ela perdeu para Sarah D’Alelio por decisão unânime dos jurados. A baiana está emprestada ao Invicta FC e tem duelo marcado para o dia 5 de abril, contra Kaitlin Young. Depois disso, passará a competir no UFC.

Outra que também está emprestada ao Invicta FC é Sarah Kaufman, ex-desafiante ao cinturão de Ronda Rousey no Strikeforce. A canadense de 27 anos, que tem um cartel de 15 vitórias e duas derrotas, vai enfrentar Leslie Smith no evento de abril.

Já Julie Kedzie, de 31 anos (cartel 16-11), e Germaine de Randamie, de 28 (cartel 3-2), ainda tinham contrato com o Strikeforce e foram incorporadas assim como vários lutadores, como Gilbert Melendez, Luke Rockhold, Daniel Cormier, Ronaldo Jacaré, Roger Gracie, entre outros.

O Ultimate já havia contratado seis mulheres anteriormente: a campeã Ronda Rousey e Liz Carmouche, que fizeram no fim de semana a luta principal do UFC 157, com vitória da primeira; Miesha Tate e Cat Zingano, que vão duelar no TUF 17 Finale, dia 13 de abril, em Las Vegas; e por último Sara McMann e Alexis Davis, que devem se enfrentar, mas ainda sem data confirmada. (G1)

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