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DE OLHO NO ESPORTE

Jorginho espera que o Vitória seja frio e calculista pra sair da degola

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No Vitória versão 2014, o que está ruim sempre pode piorar. De tanto namorar com a zona de rebaixamento, o Vitória perdeu diante do Sport a quarta partida no campeonato e vai assistir à Copa do Mundo na zona da degola.

Dinei escuta o técnico Jorginho: haja conversa na Toca do Leão (EC Vitoria/Divulgação)

Dinei escuta o técnico Jorginho: haja conversa
na Toca do Leão (EC Vitoria/Divulgação)

O técnico Jorginho, contratado para apagar o incêndio rubro-negro, prega cabeça fria pra reverter a situação quando o Brasileiro retornar, dia 16 de julho, contra o líder Cruzeiro, no Mineirão. “Todo momento passa na vida. Tem que lutar. Se ficar na inércia não adianta. Saber o momento de esfriar a cabeça. Não é fácil. Fico triste pela torcida, que não merece nada disso. Não podemos perder a cabeça nesses momentos. Tem que ser frio e calculista para trabalhar e retornar ao topo”, comentou o comandante, em coletiva após o jogo de sábado.

Jorginho ainda não venceu no Leão: dois empates fora de casa e o 0x1 como mandante.
Com 25,9 % de aproveitamento, o Vitória só venceu um dos nove jogos até aqui e está na 17ª colocação. Para mudar o rumo no campeonato, a diretoria espera anunciar reforços na parada do Mundial e Jorginho foca na recuperação da confiança. “Quando conseguir a primeira vitória, o time vai embora. Consegue a segunda, pega confiança, o que não é fácil. Confiança só se consegue com trabalho. Todos os atletas têm que se agarrar, se juntar. É como tentar pegar um monte de palito e quebrar. Fica mais difícil do que quebrar um ou dois palitos”.

Torcida
Após enfrentar o Cruzeiro, o Leão enfim retornará ao Barradão, dia 20 de julho, contra o Corinthians. Falta muito tempo pra voltar para casa, que não é utilizada pelo clube desde janeiro, mas Jorginho já faz questão de chamar a torcida. “Se os jogadores entenderem que a torcida não está do lado, vão ficar mais fracos. Entendo a mágoa, mas é nessa hora podem contribuir para mudar o resultado”.

Por falar em resultado, o técnico creditou a derrota para o Sport a uma infelicidade na bola parada no gol de Neto Baiano. “Não deixamos o time do Sport criar. Foi um jogo de um único lance, em que foram felizes”. Agora é mudar!

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