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Ativistas do grupo feminista ucraniano Femen fazem protestos seminuas

Três jovens foram presas após protesto de topless. Elas podem ser condenadas a uma pena de prisão.
As três militantes do Femen que foram detidas na Tunísia na última quarta-feira (29) após fazerem um protesto de topless serão julgadas no dia 5 de junho por “ultraje público à moral” e “ataque aos bons costumes”, crimes que podem ser castigados com a pena de prisão, indicou nesta sexta-feira (31) um de seus advogados.
“Serão conduzidas ao tribunal de Túnis no dia 5 de junho (…) será um processo em audiência pública”, declarou à AFP o advogado Souheib Bahri, que defende as duas francesas e uma alemã. O consulado da França disse dispor das mesmas informações.

As jovens serão julgadas por “ultraje público à moral” (artigo 226 do código penal, passível de seis meses de prisão) e “ataque aos bons costumes ou à moral pública” (artigo 226, também passível de seis meses de prisão).
As três integrantes do movimento, detidas na quarta-feira durante a primeira ação de topless deste movimento feminista do mundo árabe, também enfrentam 15 dias de detenção adicionais por “infrações relativas à autoridade pública” (artigos 315 e 316).
O Femen organizou este ato em apoio a Amina Sboui, uma militante tunisiana deste movimento detida desde 19 de maio, quando se manifestou sozinha, sem tirar a roupa, contra o grupo salafista jihadista Ansar Asharia.

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